Reparem:

Não é preciso explicar pois não?
Se é, reparem nas diferenças:

Por um lado, Scolari num aparato gay, por outro, João Pinto qual guerreiro Celta caminhando sem medo contra a lança do inimigo. Isto sim, é um soco bem aviado.
Quando queremos brincar, o que o Scolari fez ou é coisa de maricas ou de miúdo, fazemos como o puto dos sub-21 que, mostrando o elevado sentido de humor que nos caracteriza, tirou o cartão da mão do árbitro numa alegre brincadeira.
Como se já não tivesse feito asneira suficiente, Scolari além de não admitir que não sabe dar um murro como deve ser, arranja uma desculpa mais esfarrapada que um jovem do Intendente que não muda de roupa há 3 anos: `fui defendê o minino”. Azar dos azares, o “minino” era Quaresma, que dá mais sarrafada num jogo que os Neo-Zelandeses do râguebi numa época inteira. Aliás, vê-se claramente que o rapaz está cheio de medo a brincar com a bola.
O que Scolari fez é indesculpável, depois do piparote à menina inventa uma desculpa que não cabe na cabeça de ninguém.
A única coisa que pode abonar um pouco a favor do Piparolari (e não Socolari como vi para aí escrito), é que assim ninguem falou de futebol. O que, convenhamos, por estes dias dá muito jeito à selecção.
Para terminar quero dizer que não sou como aqueles radicais que querem já a demissão do seleccionador, contudo acho que é urgente que lhe dêem formação num ringue de boxe.
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